domingo, 28 de dezembro de 2008

Evangelismo




No dia 7 de Novembro de 2005 um grupo de jovens no qual eu tive a oportunidade de participar, fomos ao espirito santo, vila velha para poder evangelizar.
O local é tomado por prostituição infantil e sofre por falta da mensagem do evangelho.
As estradas são de lama e de dificil acesso. Mesmo assim conseguimos com ajuda de um caminhão a chegar alguns lugares e visitamos algumas igrejas que nos receberam para nos orientar no processo da evangelização.
As fotos dessa missão estão ao lado para que você possa acompanhar como foi cada um dia que estivemos fazendo missão.

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

A escolha certa

A Escolha Certa
(Samuel Barbosa - Editor do Site Boas Novas)

Quantas vezes você se deparou de frente com uma situação que lhe causou medo?!
Talvez algo que tivesse além das suas forças, algo que você jamais sonhou enfrentar. E você ficou com tanto medo que não sabia nem o que usaria pra enfrentar esse medo.

O povo em Israel se sentia assim havia um gigante chamado Golias que desafiava o povo de Deus, mas esse gigante era forte, tinha espada como vemos em I Samuel 17-4:7

" Então, saiu do arraial dos filisteus um homem guerreiro, cujo nome era Golias, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo.
Trazia na cabeça um capacete de bronze e vestia uma couraça de escamas; e era o peso da couraça de cinco mil siclos de bronze.
E trazia grevas de bronze por cima de seus pés e um escudo de bronze entre os seus ombros.
E a haste da sua lança era como eixo de tecelão, e o ferro da sua lança, de seiscentos siclos de ferro; e diante dele ia o escudeiro."

O povo de Israel não sabia como enfrentar tal situação. Porém um jovem de pouca estatura se propôs a ir contra ao gigante que enfrentava ao Deus vivo e disse:

"Que farão àquele homem que ferir a este filisteu e tirar a afronta de sobre Israel? Quem é, pois, este incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo?" I Samuel 17-26

E assim Davi foi chamado diante do rei para receber suas armas para lutar contra aquele gigante.

"E Saul vestiu a Davi das suas vestes, e pôs-lhe sobre a cabeça um capacete de bronze, e o vestiu de uma couraça." I Samuel 17-38

Porem aquelas armas era pesada de mais para Davi, que as tirou e foi em nome do Deus vivo.
Chegando junto ao ribeiro escolhe 3 pedras com as quais mata o gigante filesteu e lhe corta a cabeça.

Talvez você hoje esteja em situação parecida porem lutando com armas erradas, a situação lhe diz que você tem que ser linda para arrumar um bom namorado(a), que você tem que ser o esperto para se dar bem na vida. E você por si só começa a lutar com armas que lhe deixam cansado e não deixam você nem se mover, assim como Saul fez com Davi, as situações tem lhe colocado armas que não são suas.

Faça hoje igual a Davi, tire tudo aquilo que lhe impede de caminhar e escolha as armas certas para a batalha por maior que seja o gigante e enfrente cada situação em nome do Deus vivo de Israel que nunca lhe desamparou.

Pois você foi ungido para vencer, basta apenas usar as armas certas para tomar posse de todas as bênçãos que o Senhor deixou para sua vida.

Pois por você ele faria tudo outra vez !!!



Deixar de fazer o Bem é uma forma de fazer o mal



A omissão parece ser uma opção confortável ante a dificuldade de satisfazer os mandamentos de Yahweh. Ela aparentemente nos protege da exposição, da vergonha, da crítica e da rejeição. No refúgio da indiferença ainda temos a oportunidade de sermos confundidos com os prudentes e os mansos. A Escritura (cf. Lc. 6:9; Tg. 4:17), contudo, vai de encontro a essa tendência tentadora de considerar a omissão do dever conhecido uma opção legítima, uma vez que se trata de algo menos grave do que a ação pecaminosa. A despeito de suas diferenças, ambas (ação e omissão) são confrontadoras, pois, de acordo com as passagens citadas acima, rejeitam a vontade clara do Senhor. A primeira rejeita a proibição (aspecto negativo) dos mandamentos enquanto a segunda ignora seu caráter exortativo (ou positivo).

Encontramos o mesmo princípio apresentado por Cristo e Tiago (cf. Lc. 6:9; Tg. 4:17) na estrutura humana e social. Explico: Toda sociedade possui seus próprios mandamentos. Na sociedade ocidental, por exemplo, todo filho espera cuidado e atenção de seus pais. Podemos também assegurar que todo cônjuge espera fidelidade, zelo e amor, assim como todo cidadão espera proteção e boas condições de vida dos seus governantes. É fato que algumas pessoas esperam além do que se deve, mas quando uma expectativa é fundamentada em uma obrigação (pressuposta, declarada, cultural etc.), temos uma expectativa autêntica. Negligenciá-la não é somente omitir o bem; antes, é cometer um grande mal, pois se vai de encontro a um compromisso estabelecido. A omissão, portanto, é a negação (ação) de uma expectativa válida.

Todo filho esquecido, todo cônjuge tratado com indiferença e todo cidadão negligenciado, bem como todo ateu injustiçado, são obrigados a concordar com a proposta de cristã de que há transgressão no “deixar de fazer o bem”. Dificilmente um filho vê a omissão de seus pais simplesmente como uma oportunidade perdida ou uma opção negada. O mesmo pode-se dizer do cidadão diante da omissão dos políticos; da esposa ante a indiferença do marido; e do ateu diante da paralisia da justiça. Todos tratam a negligência como uma atitude confrontadora. É um confronto, pois todos esperam que se cumpra aquilo que tomam como mandamento.

Pensemos nas campanhas de ajuda humanitária. Muitos dos seus apelos soam como verdadeiras acusações contra o pressuposto “dever humano” de ajudar o seu próximo. Pressupõe-se que é “humano” ajudar o próximo como é “humano” cuidar dos filhos. As acusações de ignorar os desprovidos, negligenciar os necessitados e/ou omitir­-se à mão erguida do pobre, pressupõem a obrigação (mandamento) humana de ajudar o próximo. Assim como nos casos acima, escolher não ajudar não é visto como um exercício de liberdade autêntica ou uma opção legítima, antes, como um ato contra a humanidade.

Na prática, nossa alucinada sociedade sabe que o ódio (ação) não é a antítese perfeita do amor; e sim a indiferença (omissão). Ela rejeita o cristianismo, mas ainda quer seus mandamentos e julga os que lhes são omissos. O próprio Deus foi morto exatamente por Sua “omissão”. A pedra angular do ateísmo não é a falta de compreensão quando aos feitos (ações) de Deus, mas a Sua suposta “omissão” para com Seus próprios mandamentos e aos mandamentos (ou expectativas) dos homens. Assim como todo incrédulo crê em si mesmo, todo antinomista tem seus mandamentos e não suporta que os rejeitam – nem mesmo Deus.

Se uma sociedade entregue a si mesma, com sua ética utilitarista, pragmática e subjetiva não tolera a omissão a uma obrigação (mandamento) pressuposta (subjetiva), o que dizer da omissão dos cristãos que alegam possuir suas obrigações proposicionalmente reveladas nas Escrituras? Essa mesma sociedade, mesmo que cega e perdida, instintivamente parece entender os grandes males da omissão dos seus próprios mandamentos. O mesmo parece não ser verdade quanto ao evangelicalismo que, dentre muitas omissões, tem diluído a única mensagem que foi lhe dada – o Evangelho simples de Cristo. Tolera-se (omissão) o silêncio (omissão) quanto à mensagem confrontadora do evangelho. É omissão sobre omissão. Esse silêncio, contudo, não é uma opção para a igreja, assim como também o escândalo ou a perseguição resultante da proclamação que lhe é devida (cf. 1Co. 1:23; 1Tm. 3:16; 2Tm. 3:12). Não nos foi dada a liberdade de não confrontar.

Se nos foi dada uma missão (preservar e proclamar o Evangelho), a omissão torna-se o mesmo que uma ação e/ou uma escolha rebelde. Deixar de fazer, quando se deve, é rebelião. Toda escolha é uma renuncia. Não existe neutralidade quando se exige atitude. Diante de um mandamento só podemos obedecê-lo ou rejeitá-lo. Deixar de fazer o bem é uma forma de fazer o mal.

Relação entre o Antigo e o Novo Testamento

O NOVO INTERPRETA O ANTIGO:

“A exegese cristã deve permitir ao Novo Testamento interpretar o AT… Essa abordagem à interpretação bíblica permite que a revelação conclusiva de Deus no Novo Testamento interprete autoritativamente a revelação incompleta no Antigo”[1]. Essa é abordagem tradicional da Teologia das Alianças. É dito, por exemplo, que Pedro inspirado por Deus “transferiu o trono de Davi Jerusalém-Sião (Sl. 110:2) – para o céu”[2]. Para Elliott Johnson essa é uma outra forma de dizer que o NT [re]interpreta (ou muda) o AT[3]. Ladd, por exemplo, só acredita em um milênio devido sua leitura neotestamentária (especificamente Ap. 20 e Rm. 11:26) e não devido a interpretação literal das promessas feitas no AT referentes a um reino terreno[4].
Dentro dessa escola, há o grupo do sensus plenior. Para esses o NT “nos possibilita obter um ‘sentido mais completo’ […] do texto veterotestamentário, o que não era possível aos autores humanos do AT pretenderem, tampouco compreenderem”[5]. Assim, “o autor humano nem sempre compreendia completamente […] a referência profética”[6].

O ANTIGO INTERPRETA O NOVO

O dispensacionalismo é o grande nome dessa abordagem. Porém, pela própria natureza dessa escola hermenêutica, há muita variação. Aqui queremos considerar suas duas grandes vertentes: o dispensacionalismo tradicional ou clássico (Alguns representantes: Charles C. Ryrie, Thomas Ice, Elliott E. Johnson) e o progressivo (Darrell L. Bock, C. A. Blaising, Robert Saucy).

No
Dispensacionalismo tradicional o AT tem a prioridade. “As passagens do Antigo Testamento são deixadas intactas pelo Novo Testamento”[7]. “O aumento não se dá à custa da promessa original”[8]. Por exemplo, para esses, as Alianças Davídica e Nova não foram cumpridas no NT exatamente porque não temos a aplicação nos termos do AT. Nas palavras de John R. Master: “Se a nova aliança de Jeremias 31:31-34 promete a certeza de obediência experimental aos mandamentos de Deus (‘Torah’), porque Paulo continua a experimentar o pecado (1Tm.1:15; cf. Fp. 3:12)?”[9].

Dispensacionalismo Progressivo: O diferencial dessa abordagem está em reconhecer que “o Novo Testamento introduz mudança e avanço; Ele não simplesmente repete a revelação do Antigo Testamento. Ele faz adições complementares, porém, ele não lança ao mar as antigas promessas[10]. Em sua defesa os progressivos dizem que “É essa manutenção do significado [no Antigo Testamento] que dá estabilidade a abordagem”[11]. “Não há substituição de significados, somente acréscimo de um novo cenário o qual ele também se aplica”[12].

Exemplificando: Um exemplo muito usado é o do “Trono de Davi”. No AT temos uma dimensão terrena, já no NT (especificamente At. 2:30) temos uma dimensão celestial. O dispensacionalista tradicional diria que a Aliança Davídica não foi cumprida, pois o que Atos nos apresenta não se encaixa com o contexto e/ou com os termos do AT. O progressista, por outro lado, diria que a dimensão celestial é um novo elemento[13] do progresso da revelação. O progressista ainda diria que “devemos ser sensíveis ao lermos ambos os Testamentos de uma forma que honre cada contexto e unifique-os canonicamente de forma que faça sentido a sua expressão orginal[14]. Para o progressista “uma leitura normal e complementar do contexto do Novo Testamento introduz uma nova nota de continuidade no progresso da revelação sem resultar numa alteração do significado último das passagens do Antigo Testamento”[15]. Na hermenêutica progressista não podemos fechar a questão das Alianças antes que o tema seja completamente desenvolvido[16]. É por isso que a denominaram de “hermenêutica completar”[17].

AS ALIANÇAS: CONTEÚDO, RELAÇÃO ENTRE ELAS E CUMPRIMENTO.

Aliança Abraâmica: Entre os capítulos 12 a 15 de Gênesis temos oito promessas. São elas: (1) uma descendência (semente); (2) bênção para Abraão; (3) Um grande nome para Abraão; (4) bênção ou maldição para aqueles que abençoarem ou amaldiçoarem Abraão; (5) bênção para as famílias da terra através de Abraão; (6) terra para a descendência de Abraão; (7) Deus será o Deus do seu povo; (8) reis serão descendentes de Abraão.

Aliança Davídica (2Sm. 7): Embora o termo aliança (tyrIB.) não apareça na passagem, referências posteriores referem-se a ela dessa forma (cf. 2Sm. 23:5; 2Cr. 13:5; Sl. 89:3). O Senhor lhe promete: (1) um grande nome (2Sm. 7:9); (2) Davi estabelecerá um lugar de repouso para a nação (vv. 10-11); (3) haverá uma descendência que reinará depois de sua morte (vv. 11b-13). (4) o relacionamento de Deus para com o rei nesta dinastia é especial, é um relacionamento de pai e filho (vv. 14-15). (5) é assegurado que essa linhagem e seu trono permanecerão para sempre (vv.16)[18].

A Nova Aliança (Jr. 31:31-34): Há três elementos importantes nessa aliança: (1) a aliança foi feita com Judá e Israel. Deus restaurará a nação completamente; (2) Essa aliança é diferente da aliança feita com Moisés; (3) essa aliança visa a transformação e restauração do relacionamento (perdão e acesso direto ao conhecimento de Deus).

A relação entre as Alianças

A promessa de uma grande nação implica na necessidade de terra (Abraâmica), de um líder (Davídica). E para experimentar as bênção do Reino Messiânico o povo precisava obedecer a Deus (cf. Dt. 27-30). A necessidade de bênçãos e obediência é garantida na Nova Aliança[19]. Assim, as alianças são complementares.

O CUMPRIMENTO DA ALIANÇA DAVÍDICA E A ATIVIDADE MESSIÂNICA DE CRISTO[20].

As divergências sobre o reino são várias. As principais são: A natureza do reino (político? espiritual? Político-espiritual?); sua vinda (vem em fases? já veio? Ainda virá? Veio e virá?), sua relação com Israel (Deus vai tratar futuramente com um Israel ético? Israel espiritual? ) e sua relação com a Igreja (o reino é o mesmo que igreja? Se manifesta na igreja? A igreja é somente sua porta de entrada?).

Observaremos duas questões básicas sobre o reino:

1] As declarações do Senhor Jesus acerca do mistério do Reino nas parábolas de Mt. 13, Mc. 4, Lc. 8:4-15 fazem referência a um novo (e distinto) programa de reino ou esses mistérios fazem parte de um desenvolvimento revelacional de um único programa já existente e prometido?

2] O reino (ou reinos) é espiritual, político ou ambos?

Para responder essas questões precisamos de uma definição de Reino e algumas expressões de grande valor hermenêutico como “cumprimento”, por exemplo. Segue alguns princípios esclarecedores:

1] Sobre cumprimento: Este autor entende que a sinalização do cumprimento de uma aliança não exige a presença de todos os elementos a ela ligados. Se houver de um apelo à linguagem das alianças e provisões de suas promessas, temos o início de cumprimento.

2] As declarações neotestametárias sobre a “chegada” ou “proximidade” do reino não pode ser inteiramente aplicada ao reino teocrático ou a soberania universal de Deus (e.g., dispensacionalismo), pois o reino tem sempre existido (Sl. 145:10-13), enquanto o Novo Testamento proclama um reino que não existia previamente.

3] A distinção entre os “reinos” presente e futuro como se tratando de duas esferas ou entidades distintas é problemática visto que os autores do NT não se preocupam com o uso da mesma terminologia (cf. Lc. 19:11 [futuro]; 11:20 [presente]).

4] É melhor pensar em um só programa em duas fases e não dois programas distintos. O reino tem uma fase futura (Lc. 19:11; At. 14:22; Ap. 11:15) e presente (Jo. 3:1-15; Cl. 1:13). Assim, se é o mesmo reino, ele não foi não foi adiado, mas antecipado.

4] A presença do reino hoje não elimina a distinção entre Israel e a Igreja. Temos o cumprimento inicial na Igreja e sua consumação com Israel. O Israel étnico não foi completamente excluído, somente deixado de lado temporariamente. A promessa, contudo, ainda está viva (cf. Rm. 11:17-24).

5] Alguns têm questionado a presença do reino, pois todo reinado exige uma regência. Algumas questões devem ser consideradas:

a] Exercício do reino exige uma presença de uma regência coercitiva?
b] Deve-se subjugar todos os inimigos para se ter um regência?
c] Sobre o exercício corrente do reinado de Cristo cf. 1Co. 15:25: “Porque convém que reine (
basileuo – tempo presente) "até" que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés”.
d] Não há necessidade de uma terminologia específica. O reino pode ser referido sem o uso de vocábulos, por exemplo, derivado da raiz de basile,ia. Por exemplo, Ez. 34:23-24 faz uma ligação entre o pastorado e o reinado (cf. Mq. 5:2-4). Quando o NT usa o termo “messias” para o Senhor Jesus, há uma dimensão real (cf. Rm. 1:2-4; Ef. 1:19-23). Além dessas razões, Bock acredita que Cristo não é chamado de rei para não encorajar uma escatologia super-realizada (cf. 1Co. 4:8-13).


PASSAGENS CHAVES SOBRE A ALIANÇA DAVÍDICA.

Lucas. 1:67-79

As alianças Davídica e Abraâmicas são tratadas juntas aqui. A visita de Deus consiste:

a. Na defesa de Deus dos inimigos do seu povo e a condição do seu povo o servi-Lo (vv. 74-75).
b. A presença de uma luz de salvação tirando o povo da escuridão e da morte (vv. 78-79).

Para Bock, o hino serve como uma introdução ao ensino do evangelho de Lucas. Deve-se ler o restante do evangelho para ver o ponto e escopo da introdução. A leitura revelará que os inimigos não devem ser definidos somente como os romanos, mas como as forças espirituais que estão por trás deles.

Matheus 3:1-12

O texto nos apresenta o indicador da chegada do reino. A forma de sabermos que o reino dos céus veio é a presença de alguém mais poderoso que João. Esse, por sua vez, batizará com o Espírito Santo (cf. At. 11:15-17; Jo. 3). Assim como no hino de Zacarias, a esperança davídica e abraâmica são ligadas. O anuncio de João uniu as alianças davídica (rei e reino) e nova (Espírito Santo).

Lucas 24:43-49 e Atos 2:14-39.

A obra mediadora de Cristo em enviar o Espírito é evidência de que Ele está sentado no trono prometido a Davi, excedendo autoridade messiânica e regência. Tentar distinguir tronos é ignorar o fato de que a Bíblia também descreve o trono terreno de Salomão com o trono do Senhor (1Cr. 29:23). Assim o trono do Pai não é um trono celeste; nem o trono de Davi precisa ser um trono terreno. A significância do trono não é uma questão de localização, mas de função.

Autoridade real é o que Pedro tem em mente quando trata do Senhor Jesus. Todos os textos citados são reais, messiânicos, ou textos dos “últimos dias”.

Atos 13:15-39

1] Parece razoável pensar que Paulo pregou sobre o reino já que o “reino” é o sumário de suas pregações no livro de Atos (cf. At. 19:8; 20:25; 28:23, 31).
2] A frase "achei Davi” vem do Sl. 89:20 (LXX 88:20), o maior salmo sobre o compromisso de Deus feito a Davi.
3] Paulo está pregando a realização corrente do reino prometido a Davi. O tempo perfeito do verbo “cumprir” no v.33 fala de uma condição existente de cumprimento em resultado da atividade de Deus em Cristo. O que Deus fez foi o cumprimento e os efeitos são presentes.
4] É uma mensagem para “Israel”. Não há indicação de mudanças no programa de Deus. Paulo está pregando para Israel acerca de Jesus como cumprimento da promessa messiânica.

Conclusão

Os textos nos revelam que existe um portador de autoridade (Jesus), um reino (povo preparado por Deus) e um exercício de autoridade (o dom do Espírito Santo). Certamente o reino apresentado no NT não cumpri as profecias do AT exata e completamente em seus termos. Isso, contudo, não elimina sua existência e o início do cumprimento. Jesus antecipou Seu reino e o trará no futuro.

Referencias

[1] ICE, Thomas. Dispensational Hermeneutics em WILLIS, Wesley R. & MASTER, John (eds.) Issues in Dispensationalism. Chicago: Mood Press, 1994, pp. 38-9 (negrito nosso).
[2] LADD, George Eldon.
Pré-Milenismo Histórico em CLOUSE, Robert G. Milênio: significado e interpretações. Campinas: Luz para o Caminho, 1990, p. 30
[3] JOHNSON, Elliott E. Prophetic Fulfillment: The Already and Not Yet em WILLIS, Wesley R. & MASTER, John (eds.) op. cit., p.191.
[4] cf. LADD George Eldon. op. cit., p. 26



domingo, 14 de dezembro de 2008

Novidades

É com muito prazer que gostaria de agradecer a presença de todos que tem nos visitado.
O sucesso do nosso blog é graças a visita e divulgação que cada um de vocês tem feito para honra e glória do Senhor.

E com esse grande número de visitas estamos trabalhando para trazer a informação de forma mais filtrada e em atualizações cada vez mais rápidas.

Novidades que iremos ter depois do dia 24.

ATUALAIZAÇÃO DA RÁDIO 24 HS.

NOVA COLUNISTA CAMILA FALCÃO

ESPAÇO CIDADÃO

NOVOS TÓPICOS DE FERNANDA BUARQUE

E muito mais novidades.

Não fique de fora, fique aqui e acompanhe essas mudanças que vão revolucionar nosso blog.

O Cristão e a Mutabilidade do mundo

O Cristão e a Mutabilidade do Mundo.

(Fernanda Buarque - Colunista)


Neste mundo estamos sujeitos a mudanças consecutivas, vivemos à base da mutabilidade que nos impulsiona a estar cada vez mais atualizado sobre nossa realidade. Com isso, sofremos reflexos de nossas buscas desenfreadas da formação continuada em grupos sociais diversos. O que está incluso a igreja.

Quando me refiro à formação continuada neste texto, sintetizo a questão de os indivíduos quererem seguir conforme a “roda gigante”; o mundo.

Nós cristãos temos que nos atualizar sim, mas devemos fazer isso dentro do que nos é destinado na palavra de Deus.

“Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem, as palavras da prudência. Para se receber a instrução do entendimento, a justiça, o juízo e a eqüidade; Para dar aos simples, prudência, e aos moços, conhecimento e bom siso; O sábio ouvirá e crescerá em conhecimento, e o entendido adquirirá sábios conselhos; Para entender os provérbios e sua interpretação; as palavras dos sábios e as suas proposições. O temor do SENHOR é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.” (Provérbios 1: 2-7)

Manter-se atualizado e seguir os preceitos que o mundo nos impõe nem sempre é o ideal para um cristão.

O que fazer para não pecar, estando em um mundo que nos impulsiona com suas transformações e práticas nem sempre coerentes ao que diz a palavra de Deus?

A bíblia diz: “Abstende-vos de toda aparência do mal.” ( TS 5: 22)

A palavra é bem clara quanto a fugir daquilo que nada lhe acrescenta, de tudo que não trará edificação própria.

Devemos selecionar o que é bom para nossa vida. Atualizar-se com as mutações progressivas do cotidiano é fundamental, mas o que é edificante, o que fará diferença positiva para o nosso ser de forma integral.

A juventude é quem mais sofre com essas mudanças, pois a cada momento surge uma nova gíria, uma nova atitude especulativa e movimentos de distorção da palavra de Deus.

Devemos nos guiar sempre pela sabedoria divina em todos os momentos de nossas vidas, e fazer com que esse entendimento se torne padrão de vida, que nos traga amadurecimento e discernimento para lidar com as complexas transformações de nossa sociedade.

“Porque melhor é a sabedoria do que os rubis; e tudo o que mais se deseja näo se pode comparar com ela.” (Provérbios 8: 11)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Fernanda Brum no Programa Raul Gil

A cantora gravou a sua participação no quadro Homenagem ao Artista, que vai ao ar no sábado dia 13

Alessandra de Oliveira
(Colunista Elnet)


Aniversariando dia 19 de Dezembro, este ano o presente da cantora Fernanda Brum veio antecipado. A adoradora será homenageada no programa de Raul Gil, no dia 13 de Dezembro, sábado, no quadro Homenagem ao Artista.

Fernanda foi homenageada por pessoas que acompanham sua caminhada como seus pais, os diretores da gravadora MK Music: Arolde e Yvelise de Oliveira, o grupo Voices, seu esposo, o cantor e produtor, Emerson Pinheiro, cantores como Ana Paula Valadão,Rozana, pastores, missionários e amigos, como o jogador Bebeto, Jorginho, que fizeram questão de falar sobre a importância de seu ministério para o crescimento evangelho no Brasil.

Calouros do Raul Gil também interpretaram canções da pastora:
- Thais Séliguer - Dá-me Filhos
- Elias dos Santos - Um Quebrantado Coração
- Gabriela Rocha - Amo o Senhor
- André Leonno - Espírito Santo

Fernanda Brum, que deu de presente ao apresentador uma Bíblia, cantou e se emocionou muito com as homenagens que recebeu. Para conferir em detalhes esse programa que vai impactar a seu coração, não perca o programa Raul Gil do dia 13 de Dezembro a partir das 15h30.

Assista no You Tube à chamada do Programa Especial Raul Gil Homenagem Ao Artista - Fernanda Brum -

Festão do amor 93 FM

Para fechar com chave de ouro o ano de 2008, a 93 FM realizará dia 15 de dezembro uma festa com a presença dos maiores nomes da música gospel nacional. O tema da festa será o Amor em todas suas manifestações. Amor a Deus, amor de pai para filho, amor ao próximo e muito mais.

Estarão celebrando o amor Eyshila, Bruna Karla, Emerson Pinheiro, Léa Mendonça, Beno Cesar, Rayssa e Ravel, Marina de Oliveira, Pamela, Alex e Alex, Wilian Nascimento, Cristina Mel, Voices, PG, Fernanda Brum e Equipe 93.Será uma noite inesquecível!!!!


Um evento social

Parte da renda da festa será revertida para o Instituto Pró Criança Cardíaca.

Serviço:

Data: 15 de dezembro de 2008
Local: Via Show
Horário: 19 h
Valor do ingresso: R$ 15,00 – valor promocional de meia entrada.
Censura: 14 anos


Pontos de Venda :

Prezunic: Campo Grande, Méier, Engenho Novo, Penha, Olaria, Nilópolis, Caxias (centro), Ilha, Fonseca, Taquara , Guadalupe.

Via Show: Na bilheteria


Realização: 93 FM

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Novidades do mundo digital

Seu velho escritório mudou de lugar Marque reuniões, edite documentos e planilhas, troque mensagens, enfim, faça em qualquer computador conectado tudo o que você faz no seu local de trabalho
Rio - Micro e pequenas empresas podem fincar bandeira na Internet usando recursos online para aumentar a produtividade e os lucros, sem precisar de grandes investimentos. Graças a serviços como Google Apps e Microsoft Live, ferramentas como e-mail, agendas, documentos, planilhas, criação e hospedagem de sites podem ser usadas de graça em qualquer computador conectado à Internet. Em muitos casos, basta o smartphone ou celular.
Ferramentas online são familiares a usuários domésticos e autônomos. A vantagem das versões para empresas é que toda a infra-estrutura e interface podem ser associadas ao domínio registrado pela empresa. Para empresas que têm profissionais trabalhando na rua, compartilhar documentos, agendar compromissos e trocar mensagens instantâneas são opções bastante atraentes.
O Google Apps (www.google.com/a) tem os melhores recursos para compartilhamento. O Google Docs (para textos, planilhas e apresentações) é integrado a Gmail, Gtalk e Google. Após criar uma planilha, por exemplo, e tentar compartilhá-la, todos os contatos são automaticamente listados no campo destinatário. Quem tiver autorização do criador da planilha pode alterá-la online. As modificações são registradas e comunicadas aos demais por feeds RSS. É possível comparar as versões do mesmo documento, já que cada modificação é identificada por uma cor atribuida a cada usuário do grupo.
Duas aplicações em teste no Google Labs (acessível pelo Gmail) permitem criar no Gmail janelas de acesso direto ao Google Docs e ao Google Calendar. Há aplicativos também para acesso a e-mail e agenda pelo celular, e Gtalk por Blackberry.
O Live Office Small Business (http://www.officelive.com)tem uma grande variedade de aplicativos, mas a desvantagem de não dispor de versão em português. Além das contas de e-mail, hospedagem de arquivos e documentos compartilhados, oferece módulos para acompanhamento de balanços, registro de funcionários e elaboração de treinamentos, ferramentas de marketing por e-mail e listas de distribuição, entre outros.
Os documentos são compartilhados por meio da integração com o Workspaces. A desvantagem é que a edição de textos, planilhas e apresentações não pode ser feita online. É preciso baixar o arquivo, iniciar o programa correspondente, editar o arquivo e depois compartilhá-lo novamente. Pelo menos o usuário poderá trabalhar com programas que ele já conhece. As atualizações também são informadas por feeds RSS.
O serviço da Microsoft oferece uma home page simples, além de modelos para criação de páginas mais personalizadas e resgistro de acessos ao site. O usuário pode até criar uma loja online, por 40 dólares ao mês. A Microsolft também cobra 1% do valor das vendas neste caso.
Gmail vira HD virtual
Como o Gmail é generoso na oferta de espaço, muita gente costuma enviar arquivos como documentos e planilhas para seu próprio e-mail a fim de acessá-os remotamente. Existe, contudo, um programinha gratuito que reduz o trabalho e usa o Gmail como disco virtual. Trata-se do Gmail Drive, que pode ser baixado em http://superdownloads.uol.com.br/download/153/gmail-drive/. Ao instalar o programa, será criada uma pasta Gmail Drive em Meus Documentos, que poderá ser acessada pelo Windows Explorer. O programa permite tarefas básicas como mover e apagar arquivos.
Ao clicar na pasta Gmail Drive, são pedidos o nome de usuário e senha do Gmail. Os arquivos são enviados como anexos a mensagens, com o nome no campo assunto. Para enviá-los, basta arrastá-los para a pasta Gmail Drive. Serão aceitos arquivos de até 20 GB. Funciona com Windows XP.

Pr. Ricardo Gondim lança livro no Rio de Janeiro


Sem Perder a Alma é o mais novo lançamento da MK Editora
Equipe de Jornalismo


Depois do sucesso do lançamento em São Paulo, o primeiro livro de Ricardo Gondim pela MK Editora, Sem Perder a Alma, será lançado na próxima segunda-feira, 08/12, no Rio de Janeiro. A tarde de autógrafos acontece na Saraiva Mega Store do Ouvidor, no Centro do Rio, às 17h30. Ao ler textos do escritor, a presidente do Grupo MK de Comunicação, Yvelise de Oliveira, apaixonou-se pelas bem traçadas linhas de Gondim. Daí, surgiu admiração, amizade e o convite para que a obra fosse lançada pela MK Editora. Sem Perder a Alma é um livro de crônicas em que o pastor da Igreja Assembléia de Deus Betesda e poeta disserta sobre inúmeros temas convidando o leitor à reflexão e levando-o pelo caminho da emoção sem apelação.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

1º Congresso de Mocidade



O Congresso Jovem realizado nos dias 29 e 30 de Novembro, que trouxe como tema: Jovens com a identidade de Cristo, trouxe à tona a realidade da juventude nos dias atuais e o compromisso e sabedoria que nós jovens devemos ter com Cristo.
No dia 29, ocorreu uma Palestra que teve como mensagem, o que Deus tem para nós jovens, e como devemos nos apresentar diante dele e do mundo.
A palavra do Senhor nos diz “ Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; (Mateus 5. 13, 14)”
Nós somos sal da terra porque podemos fazer a diferença no mundo. A questão não é sermos santos, mas estarmos em busca da santidade. Somos uma geração eleita, uma geração separada, não por mérito próprio, mas por que assim o Senhor nos permitiu. Somos a luz do mundo, pela jóia rara que somos para o Senhor, que com o nosso viver e agir somos testemunhas da fidelidade de Cristo para conosco.
A santidade é um processo contínuo por uma das qualidades de Deus, a Perfeição. Sabemos que o homem é um ser errante, pois vive ainda neste mundo, que insiste em tentar contra seu compromisso com Deus e uma vida de integridade.
“Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.” ( Efésios 6. 11-13)
Sabemos que somos capazes de lutar contra esse mal, quando guardamos a palavra de Deus em nossos corações. Na carta aos Hebreus é citado que “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração. (Hebreus4:12)
No dia 30, o tema da mensagem foi: Jovens atletas de Cristo, que teve como pregadora a cantora Evangélica; Danielle Moura.
A palavra trazida fundamentou-se no livro de Daniel, onde relata que o jovem tinha o temor e obediência ao Senhor, e buscou não se contaminar com as iguarias do rei. “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se” (Daniel 1: 8)
Daniel confiou no que Deus tinha para sua vida e decidiu seguir os seus mandamentos, mesmo estando em risco de vida, em momento algum duvidou da soberania do Senhor. E ao passar do tempo todos puderam ver que pela fé, Daniel e seus companheiros Misael, Ananias e Azarias receberam dons espirituais. “Quanto a estes quatro jovens, Deus lhes deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras, e sabedoria; mas a Daniel deu entendimento em toda a visão e sonhos”. (Daniel 1: 17)
Nós devemos ser atletas de Cristo, determinados a conquistar e a seguir a palavra de Deus. Como qualquer atleta, deve-se pautar à submissão e a obediência. Ser submisso significa nessa questão é recusar o mundanismo e sua essência, para viver pela fé em total declínio ao Senhor.




Fernanda Buarque
(Colunista do site Boas Novas de Paz)

Vírus no site da OI


Vírus no site da OI.

(fonte olhar digital)



Segundo um post publicado no site Zone-H na última quinta-feira, 4, por Marcelo Almeida, o site da Oi para envio de torpedos estaria sendo usado para distribuir vírus. Na mesma data e de acordo com o autor, a contagem de máquinas infectadas já chegava a 149.262. Ele afirma que os códigos maliciosos entram e saem da página de tempos em tempos, o que indicaria que phisher tem acesso aos servidores da Oi.
“Ao acessar o site, para enviar um torpedo, seu sistema acusou a tentativa de execução de um arquivo java, que supostamente queria instalar o Flash Player 11”, relata o post.
Ao baixar o arquivo, a vítima executa um vírus, programado para roubar seus dados bancários.
Por meio da sua assessoria de imprensa, a operadora afirmou que não localizou qualquer código malicioso em seu site.









Por que toda essa timidez ?!



Oprtunidades se perdem por falta de iniciativas
Gisele Alves



Imagine uma pessoa que perde oportunidades por não ter coragem de arriscar em algo novo, falar com alguém, ou até mesmo entrar em um determinado lugar. Por exemplo, um jovem que está diante de uma chance para mostrar o excelente trabalho que fez em sala de aula, mas não consegue se quer imaginar tanta exposição. O coração dispara, as mãos tremem, as pernas ficam bambas e ele se sente travado, não conseguindo conversar ou expor suas opiniões. Com certeza esta não é uma situação agradável para ninguém, e acontece devido a timidez. De acordo com o psicólogo clínico com especialização na linha comportamental cognitiva que (baseia-se na teoria da aprendizagem social), Dárcio Miranda, este é um transtorno de conduta, resultado de comportamentos retraídos em conseqüência de uma má resolução do auto conhecimento. Ele ressalta que o problema está baseado na insegurança. “Quando o sujeito tem baixa auto-estima, a timidez será a manifestação que mais vai expressar a falta de segurança que ele possui”, explica o especialista. Mas será que um indivíduo, filho de alguém com tais características, conseqüentemente irá desenvolver esta alteração? A psicóloga Deusirene Moreira também fala sobre o assunto. Ela diz que esta é uma característica da pessoa e talvez ela nasça com uma tendência para desenvolver o problema. Mas, isto não deve ser colocado como fator determinante.Ela explica, também, que o ambiente onde se educa a criança e os relacionamentos que se mantém com ela vão colaborar para algumas condutas. “A pessoa pode sim nascer com um traço mais introvertido, porém não podemos dizer que pelo fato de seus pais serem pessoas tímidas, ela irá herdar isto e será uma pessoa problemática”, afirma a psicóloga, afirmando destacando ser de grande importância um bom relacionamento familiar.Um fato bastante comum é vermos nas escolas, faculdades, local de trabalho, ou em nossa família, pessoas que continuamente passam por este tipo de obstáculo. Jovens tímidos geralmente mantêm relações insuficientes com seus amigos, e apresentam um padrão de conduta no qual evitam com freqüência contatos sociais. Há quem acredite que o problema seja uma doença, e deve se conviver com isso sem que nada possa ser feito. A psicóloga Deusirene diz que, dependendo da forma como se manisfesta, a alteração pode sim ser classificada como algo patológico, segundo ela, quando a pessoa chega ao extremo e passa a não ter mais contato com os outros, se isolando, sem ao menos conversar com ninguém. Para estes casos, o especialista Dárcio Miranda afirma que será necessário procurar um tratamento psicoterápico, afinal estão sendo alterados sentimentos e pensamentos. Para os pais ou professores que notam o problema, Dárcio orienta. “É preciso estimular este filho ou aluno no desempenho de suas funções em casa e na escola ao invés de criticá-lo por esse comportamento tímido”, afirma. Segundo ele, para o jovem, seu valor irá se tornar maior quando for percebido por outra pessoa.